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É rico, muito rico, gosta de se rodear de mulheres, de carros, e de se divertir nas melhores festas. Mas Lorenzo Carvalho, o jovem de 22 anos que chegou a Portugal há um ano, quer mostrar que é mais do que “um playboy e um menino da mamã”. O brasileiro, filho de pai português, abriu as portas da sua casa de férias em Vilamoura à Vidas, para mostrar “o verdadeiro Lorenzo Carvalho”.

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“Quem não me conhece só consegue ver o Lorenzo que ‘torra’ dinheiro em festas. Quando as pessoas privam comigo, mudam automaticamente de ideia. Mas eu percebo isso. A minha imagem é agressiva. Sou muito novo e já estou todo tatuado, estou sempre em festas com mulheres e, quando chego aos sítios, estou rodeado de seguranças. Não pareço um rapaz muito simpático.”

Como ponto favorável, Lorenzo destaca o seu caráter empreendedor. O primeiro negócio que geriu foi aos 14 anos. “Abri uma loja de videojogos no centro de Milão. Correu tão bem que, passado um ano, já tinha três lojas.”

A veia de gestor continuou a ser impulsionada e hoje tem negócios um pouco por todo o Mundo. “É verdade que a minha família é muito rica [o pai, Luiz Carlos Leal, tem negócios com pedras preciosas, e a mãe, Cleyci Rita de Carvalho, está ligada à área da cosmética], mas eu já tenho os meus negócios independentes dos deles. E quero ter mais. Além das festas, da cosmética e do mercado automóvel, já tenho em mente outros projetos para Portugal. Quero fazer investimentos no mundo da noite em Lisboa. Serão uma surpresa. Como viajei quase pelo Mundo inteiro, vi muito e quero conseguir dar animação ao povo português.”

Lorenzo garante estar a par da situação económica do País e acredita que faz o que pode enquanto cidadão e empresário. “Crio muitos postos de trabalho com as minhas empresas e também ajudo as pessoas a animarem-se. Com as minhas festas, dá para se distraírem dos problemas e stresses do dia a dia”. O jovem recebe pedidos de ajuda todos os dias, e muitos deixam-no sensibilizado.

“Não sou hipócrita, não consigo ajudar toda a gente. Recebo mais de mil mensagens por dia no Facebook. Mas fico mal ao ler certas coisas. Há tantas pessoas a perder casas ou sem dinheiro para tratar problemas de saúde…”. Os pedidos que chegam pelas redes sociais são muitas vezes ignorados, até por “questões de segurança”, mas o seu lado solidário vê-se noutras situações. “A minha empresa Understand 69 realiza, uma vez por mês, o sonho de uma criança em fase terminal. Ainda há pouco tempo, levei uma menina com a família à Disney. Tudo aquilo que está relacionado com crianças e idosos sensibiliza-se muito. Recentemente, também abri uma creche em Brasília [no Brasil] e adotei 122 crianças.”

Fonte: Vidas

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